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Editorial 1176: A simplicidade da questão FTS

  • 24 de jun.
  • 2 min de leitura

A verossimilhança das acusações do site “O Fator”, à Fundação Theodomiro Santiago, e a verossimilhança das alegações da Fundação, por seu presidente, divulgadas pela Nota à Comunidade, na semana passada, ao contrário do que pode parecer o caso transformado em escândalo por uma outra nota pública, divulgada pela reitoria da Unifei, parece-nos de solução com tanta simplicidade como saber-se, com exatidão, se 2 e 2 são, de fato, 4. O site acusador afirma que, segundo portais de transparência, a FTS teria contratos firmados da ordem de mais de R$ 214 milhões, somente no ano de 2025. A FTS afirma que jamais assinou contratos de prestação de serviços em tal valor, ressalvando, contudo, que, no estado do Maranhão, chegou a tomar parte num processo de possível contratação, no valor de R$ 175 milhões, mas que o contrato não chegou, sequer, a ser assinado, por decisão do próprio estado do Maranhão, além do que, afirma, teria plenas condições de cumprir com suas obrigações, caso o contrato houvesse sido assinado e executado.

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