Editorial 1159: Uma teoria de conspiração
- 25 de fev.
- 3 min de leitura
Que ninguém nos diga que o que lerão nas próximas linhas seja um absurdo. Não há mais absurdos neste país, desde que uma ministra da Suprema Corte afirmou perante seus colegas, sem saber, claro, que estava sendo gravada por um dos outros, ou esquecendo que ela mesma estaria gravando (afinal, tudo é possível, não é?), que anda de táxi pela cidade (não esclareceu se em sua terra natal ou em Brasília), e ouve dos taxistas ataques a ela própria e seu colegas, candidamente, engolindo em seco, mesmo sendo um dos rostos e cabelos mais conhecidos deste país, nos últimos anos.
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