Editorial 1181: Fogo dos falsos amigos
- 29 de jul.
- 3 min de leitura
Atualizado: há 7 dias
No final de 2025, absolutamente sem esperanças de conseguir reverter sua situação jurídica, Jair Bolsonaro decidiu indicar o nome de seu filho Flávio como candidato do PL – Partido Liberal, para concorrer à Presidência da República. Difícil saber, exatamente, o que movera Bolsonaro a indicar Flávio, mas, por certo, levou em conta, junto com Waldemar da Costa Neto, o presidente do partido e, praticamente, seu “dono”; mas, por certo, pesou o sobrenome, que se mantém vivo junto ao eleitorado. E deu certo. Em menos de 15 dias, Flávio já empatava, nas pesquisas de praticamente todos os institutos, com seu único opositor, o atual ocupante do Palácio, que não apenas quer, mas obriga-se a ser o candidato do seu partido, o PT, porque não tem outro capaz de enfrentar o nome “Bolsonaro” nas urnas.
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