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Editorial 1172: Menino Ney

27 de mai.
3 min de leitura

Desde que o futebol brasileiro entrou para a história das modalidades esportivas do mundo, e, em especial, desde que um garoto de, apenas, 17 anos, tomou parte na Copa do Mundo, disputando da Taça Jules Rimet, em 1958, revelando-se uma das grandes estrelas do futebol para o público europeu e latino, entre 1962, quando nos tornamos bicampeões, e 1970, com o tricampeonato que nos garantiu, em definitivo, a posse daquela taça simbólica (que terminou estranhamente furtada da sede da antiga CBF – Confederação Brasileira de Futebol, no Rio de Janeiro, pouco tempo depois), nos acostumamos a ter nossos heróis de chuteiras do momento, assim como tivemos no automobilismo (Fittipaldi, na década de 1970; Piquet, na de 1980; Senna, na de 1990).

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